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Para entrar na fila de transplante de fígado, o paciente deve ser inscrito no Cadastro Técnico Único. Com isso, consegue-se ter acesso ao seu status, que pode ser ativo, semi-ativo ou removido.

  • Ativo: é o paciente que está apto para o transplante, participando da seleção da lista de espera.
  • Semi-ativo: É quando o paciente não tem condições clínicas para realizar o transplante, ou quando os exames necessários para a cirurgia não foram completos. O paciente não participa da seleção, por estar temporariamente inapto. Quando se encontra nesse status por mais de 1 ano, é removido.
  • Removido: Quando o paciente é removido do cadastro, pode ser reinscrito a qualquer momento.

Quanto aos critérios de prioridade para a seleção, estes são definidos pelo Ministério da Saúde. Anos atrás, essa seleção era feita por ordem de inscrição, mas hoje prioriza-se a situação de cada paciente. Para isso, foi desenvolvido o índice MELD (Model for End-Stage Liver Disease), que mede a gravidade de cada caso de doença hepática terminal.

Veja os exames utilizados para o cálculo do MELD:

  • Bilirrubina: mede a eficiência do fígado de excretar a bile.
  • Albumina: mede a habilidade do órgão de manter a nutrição.
  • Relação Normalizada Internacional (RNI): mede a função do fígado em relação à produção de fatores de coagulação.

A escala MELD varia de 6 (menor gravidade) a 40 pontos (maior gravidade). Além da gravidade da doença, fatores como tipo sanguíneo, peso e altura também influenciam na prioridade do paciente na fila de espera.

fila de transplante de fígado

Dr. João Nicoluzzi

Médico especialista em cirurgias e transplantes de fígado, pâncreas e vias biliares.

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