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tumores de fígadoOs tumores hepáticos primários são aqueles originados no próprio fígado, dos quais se destacam o hepatocarcinoma e o colangiocarcinoma. Os metastáticos se originam em outros órgãos e migram para o fígado. Veja maiores detalhes.

Hepatocarcinoma

É um tumor maligno, que surge da multiplicação e destruição de células hepáticas e, na maioria das vezes, é associado à cirrose. Tem avanço rápido, podendo duplicar de tamanho em cerca de apenas seis meses.

A cirrose pode surgir pelo consumo de bebida alcoólica, pelas hepatites, por alguns medicamentos, entre outros possíveis fatores. Essas doenças atacam os hepatócitos, responsáveis pelas funções biológicas do órgão. As cicatrizes formadas no fígado fazem com que surja a cirrose.

O tratamento mais comum para esses tumores de fígado é a sua remoção cirúrgica. No entanto, a cirrose pode dificultar esse procedimento, fazendo com que se opte pelo transplante de fígado em alguns casos específicos. O transplante só é possível quando houver no máximo três nódulos, e nenhum deles ultrapassar os 3 centímetros.

Colangiocarcinoma

O colangiocarcinoma pode surgir no canal biliar ou no canal do fígado. Normalmente, o diagnóstico é tardio, umas vez que os sintomas costumam surgir apenas com a obstrução dos canais. Alguns sintomas são a icterícia, perda de apetite e emagrecimento.

Quando o diagnóstico é realizado precocemente, o tratamento para o tumor do canal biliar pode ser removê-lo cirurgicamente. Já para o tumor do canal do fígado, é possível retirar esse canal e substituí-lo por intestino delgado.

Tumores metastáticos

O fígado recebe sangue de diversos outros órgãos, o que facilita bastante o surgimento de tumores metastáticos. Os tumores que dão origem a essas metástases são altamente malignos, podendo gerar a destruição do fígado.

Os casos mais comuns de metástases hepáticas são originados na vesícula biliar e no pâncreas. O caso que tem maiores chances de cura, no entanto, é dos tumores originados no intestino. Esses tumores chegam no fígado sem contaminar outros órgãos, e por isso podem ser removidos cirurgicamente. Nos demais casos, o tratamento mais comum é a quimioterapia.

Dr. João Nicoluzzi

Médico especialista em cirurgias e transplantes de fígado, pâncreas e vias biliares.

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