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O transplante de fígado com doador vivo foi uma alternativa encontrada em função da carência de doadores que tiveram morte cerebral. Esse tipo de transplante tem ocorrido com sucesso, mas possui algumas limitações e pré-requisitos.

O procedimento envolve a retirada de parte do fígado de um doador vivo, o qual costuma ser um membro da família do receptor. Mesmo no caso de um receptor criança, o doador é adulto. Veja algumas das exigências para a realização do transplante intervivos:

  • O doador deve ser perfeitamente sadio. Antes da realização da cirurgia, o doador passa por uma série de exames para que o médico possa avaliar suas condições de saúde.
  • Doador e receptor devem ter grupo sanguíneo compatível, além de terem tipo físico similar.
  • No caso da doação ocorrer por um membro da família, deve haver uma declaração de parentesco, com a presença de documentos comprobatórios. Além disso, deve haver termo de consentimento do doador e do receptor.
  • No caso da doação ser feita por alguém não relacionado ao receptor, além dos termos de consentimento, deve haver também uma autorização judicial.

A cirurgia de transplante intervivos é mais complexa do que a tradicional, principalmente quando ambos os envolvidos são adultos. No caso da doação ser feita para uma criança, somente parte do lobo esquerdo do órgão do doador é retirada, o que oferece menos riscos. Quando se trata de um receptor adulto, é retirado cerca de 60% do fígado do doador.

Para entender melhor sobre os tipos de transplante hepático, observe o quadro abaixo. A nova modalidade se refere à doação realizada por duas pessoas.

Transplante de fígado com doador vivo

Dr. João Nicoluzzi

Médico especialista em cirurgias e transplantes de fígado, pâncreas e vias biliares.

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