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sobrevida após transplante de fígadoO transplante de fígado é indicado quando existe insuficiência hepática, ou quando existem tumores que já não podem ser retirados por meio de cirurgia. Existem três modalidades de transplante hepático: a partir de um doador que teve morte cerebral; a partir de um doador vivo, que doa parte do órgão; a partir de dois doadores vivos.

Seja qual for a técnica utilizada, esse tipo de transplante é complexo e necessita de atenção também no pós-operatório. Conheça cuidados básicos a serem tomados.

Sobrevida após transplante de fígado: medicamentos imunossupressores

O organismo tem a tendência de enxergar o novo órgão como um corpo estranho. Para evitar essa rejeição, o paciente deverá tomar medicamentos que visam a suprimir o sistema imunológico.

A quantidade maior desses medicamentos é receitada logo após o transplante, quando há mais chances de rejeição. Nesse período, com a imunidade baixa, o paciente deve evitar multidões, contato com animais e ingestão de alimentos crus.

Após alguns meses, o médico reduzirá a quantidade de medicamentos para apenas um, na maioria dos casos. A partir daí, o paciente volta a ter uma vida normal e de qualidade. Vale ressaltar que o transplante hepático é um dos que têm os melhores resultados atualmente.

Sabe-se que a taxa de sobrevida após transplante de fígado é de cerca de 80% cinco anos após a cirurgia. Assim, o transplante consegue possibilitar ainda muitos anos de vida a muitos pacientes.

Dr. João Nicoluzzi

Médico especialista em cirurgias e transplantes de fígado, pâncreas e vias biliares.

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