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 Diabetes Mellitus
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O pâncreas é o órgão responsável pela produção de um hormônio chamado insulina, que quebra as moléculas de glicose para transformá-las em energia. Quando há pouca ou nenhuma absorção desse hormônio, há aumento do nível de glicose no sangue, e a sua transformação em substâncias como proteína e músculos é prejudicada. Esse é o chamado Diabetes Mellitus.

A busca pela cura dessa doença é uma das maiores cruzadas da medicina, uma vez que o diabetes mellitus gera uma série de limitações e complicações secundárias para o paciente. Os cuidados necessários envolvem a observação cautelosa da alimentação, o controle da pressão arterial regularmente, o uso de medicamentos, entre outros.

São complicações passíveis de surgirem a partir do diabetes mellitus: a neuropatia (dano aos nervos do corpo, devido ao alto nível de açúcar no sangue), a oftalmopatia (o diabetes pode levar a alterações visuais, como as cataratas, e em estágios avançados e não tratados, à cegueira) e a nefropatia (manifestação renal do diabetes).

Transplante de pâncreas

Na busca da cura por essa doença, foi realizado o primeiro transplante de pâncreas humanos em 1966, nos Estados Unidos. Desde então, as técnicas cirúrgicas para esse procedimento foram aprimoradas, havendo uma melhora também nos medicamentos utilizados.

Esse tipo de transplante leva à independência da insulina e estabiliza a concentração de glicose no organismo, interferindo no desenvolvimento de complicações secundárias e melhorando a qualidade de vida.

Transplante pancreático associado ao renal

Indicado para pacientes com diabetes mellitus tipo I e com nefropatia diabética (insuficiência renal). Resultados positivos em 1 ano chegam a 90%, e em 5 anos a 70%.

Transplante de pâncreas após rim

Para pacientes com diabetes mellitus tipo I que já realizaram transplante de rim e apresentam uma boa função renal.

Transplante pancreático isolado

Também indicado para pacientes com diabetes mellitus tipo I que têm uma doença de difícil controle clínico (diabetes hiperábil), apresentando uma série de complicações, como a retinopatia. Para realizar esse transplante, o paciente precisa ter um bom funcionamento dos rins.

Dr. João Nicoluzzi

Médico especialista em cirurgias e transplantes de fígado, pâncreas e vias biliares.

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